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terça-feira, 28 de outubro de 2014

Como iluminar um quarto por 40 dias só com uma batata

O pesquisador Haim Rabinowitch e seus colegas dedicaram os últimos anos para tentar criar aparelhos "movidos a batata" - extraindo energia elétrica do tubérculo.
A ideia parece absurda, mas o cientista da Universidade Hebraica de Jerusalém em Israel, diz que, com placas de metal, fios e lâmpadas, é possível gerar energia assim.
"Uma batata tem potência suficiente para iluminar um quarto com lâmpada LED por 40 dias", diz o Rabinowitch.
Os princípios desta técnica já são ensinados há anos nos colégios e conhecidos desde 1780, quando o italiano Luigi Galvani fez as primeiras experiências do tipo. Mas a tecnologia desenvolvida em laboratório aumenta muito a potência.
A bateria com material orgânico é criada com auxílio de dois metais: um ânodo (um metal como zinco, com eletrodos negativos) e um cátodo (cobre, que possui eletrodos positivos). O ácido dentro da batata forma uma reação química com o zinco e o cobre que libera elétrons, que fluem de um material para o outro. Nesse processo, a energia é liberada.

'Super batata'

Em 2010, os cientistas da universidade de Jerusalém começaram a fazer experiências com diversos tipos de batatas para descobrir como aumentar a eficiência energética.
Eles descobriram que uma medida simples - cozinhar as batatas por oito minutos - quebra os tecidos orgânicos e reduz a resistência, facilitando o movimento dos elétrons e produzindo mais energia.
Outra mudança pequena - fatiar a batata em quatro ou cinco pedaços - aumentou a eficiência energética em até dez vezes.
Esses testes conseguiram comprovar que pode ser economicamente viável usar as batatas como fontes de energia.
"É energia de baixa voltagem, mas é suficiente para construir uma bateria que poderia carregar telefones celulares ou laptops em lugares onde não há rede de energia", diz Rabinowitch.
A análise de custos que eles fizeram sugere que uma batata cozida ligada a placas de cobre e zinco pode gerar energia a um custo de US$ 9 por quilowatt-hora. O custo da energia gerada por uma pilha alcalina AA de 1,5 volt chega a ser 50 vezes maior. As lâmpadas de querosene - usadas em muitos ambientes remotos para iluminação - costumam ser seis vezes mais caras.

Alimento ou fonte de energia

Por que, então, as batatas não são usadas em todo o mundo como fonte de energia?
O mundo produziu, em 2010, 324 milhões de toneladas de batatas. O alimento é plantado em 130 países. É barato, fácil de ser estocado e dura muito tempo.
Com 1,2 bilhão de pessoas sem acesso a luz elétrica no mundo, a batata poderia ser a resposta. Rabinowich sugere que a falta de divulgação sobre a potencial da batata como fonte de energia elétrica é parte do problema.
Mas autoridades dizem que a questão é mais complexa.
Com tanta fome no mundo, o uso de alimentos como fonte de energia é polêmico.
"A primeira pergunta a se fazer é: há batatas suficiente para comermos", pergunta Olivier Dubois, autoridade em recursos naturais da FAO, agência da ONU para agricultura e alimentos.
Há lugares em que isso seria impraticável. No Quênia, a batata só perde para o milho como fonte de alimentação.
Em outros países, há pesquisas para explorar a criação de energia com alimentos abundantes localmente. No Sri Lanka, pesquisadores estudam a forma de otimizar o uso da energia elétrica com bananas. As mesmas técnicas - cozinhar e fatiar - funcionaram.
Os custos de se desenvolver uma tecnologia desse tipo e distribuir entre pessoas que necessitam de energia elétrica podem parecer economicamente viáveis. Fabricar placas de zinco e cobre é mais barato do que uma lâmpada de querosene. Mas ainda há outro tipo de resistência à técnica.
Gaurav Manchanda vende painéis solares no Quênia, que são colocados nos telhados de casas. Ele diz que muitos dos seus clientes não procuram apenas seu produto devido à eficiência energética ou preço.
"Eles precisam ver valor no produto, não só em termos de desempenho, como também de status social", conta Manchanda. Uma bateria a base de batatas não é algo que impressione muito a vizinhança.
segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Dilma na ONU: nada comparável desde o sapato de Krushev. Ou: A estupidez como categoria de pensamento


Dilma na ONU: nada comparável desde o sapato de Krushev. Ou: A estupidez como categoria de pensamento

A presidente Dilma Rousseff certamente considerou que o ridículo a que submeteu nesta terça o país não era o suficiente. Resolveu então dobrar a dose. Como sabem, a nossa governanta censurou ontem, em entrevista à imprensa, os EUA e países aliados pelos ataques às bases terroristas do Estado Islâmico.
Dilma, este gênio da raça, pediu diálogo. Dilma, este portento da política externa, quer conversar com quem estupra, degola, crucifica, massacra. Dilma, este novo umbral das relações internacionais, defende que representantes da ONU se sentem à mesa com mascarados armados com fuzis e lâminas afiadas. Nunca fomos submetidos a um vexame desses. Nunca!
Nesta quarta, no discurso que abre a Assembleia Geral das Nações Unidas, uma tradição inaugurada em 1947 por Oswaldo Aranha, Dilma insistiu nesse ponto, para espanto dos presentes. Os que a ouviam certamente se perguntavam: “Quem é essa que vem pregar o entendimento e o diálogo com facinorosos que só reconhecem a língua da morte e da eliminação do outro?”.
Houvesse uma lei que proibisse o uso de aparelhos públicos internacionais para fazer campanha eleitoral, Dilma teria, agora, de ser punida. Sua fala na ONU foi a de uma candidata — mas candidata a quê, santo Deus? A presidente do Brasil desfiou elogios em boca própria, exaltando, acreditem, suas conquistas na economia, no combate à corrupção e na solidez fiscal — tudo aquilo, em suma, que a realidade interna insiste em desmentir.
Não falava para os que a ouviam; falava para a equipe do marqueteiro João Santana, que agora vai editar o seu pronunciamento de sorte a fazer com que os brasucas creiam que o mundo inteiro se quedou paralisado diante de tal portento, diante daquele impávido colosso que insistia em dar ao mundo uma aula de boa governança. Justo ela, que preside o país que tem a pior relação crescimento-inflação-juros entre as dez maiores economias do mundo.
De tal sorte fazia um pronunciamento de caráter eleitoral e eleitoreiro que, numa peroração em que misturou dados da economia nativa com um suposto novo ordenamento das relações internacionais, sobrou tempo para tentar faturar com o casamento gay. Afirmou: “A Suprema Corte do meu país reconheceu a união estável entre pessoas do mesmo sexo, assegurando-lhes todos os direitos civis daí decorrentes”. É claro que queria dar uma cutucadinha em Marina Silva, candidata do PSB à Presidência, que o sindicalismo gay petista tentou transformar em homofóbica numa das vertentes sujas da campanha.
Sem ter mais o que pregar aos nativos; temerosa de que o eleitorado cobre nas urnas os muitos insucessos de sua gestão; sabedora de que boa parte da elite política que a cerca pode ser engolfada por duas delações premiadas — a de Paulo Roberto Costa e da Alberto Youssef —, Dilma elegeu a sede da ONU como um palanque.
Na tribuna, bateu no peito e elogiou as próprias e supostas grandezas, como fazem os inseguros e os mesquinhos. No discurso que abre a Assembleia Geral das Nações Unidas, tratou de uma pauta bisonhamente doméstica — e, ainda assim, massacrando os números. Quando lhe coube, então, cuidar da ordem internacional, pediu, na prática, que terroristas sejam considerados atores respeitáveis.
Desde 12 de outubro de 1960, quando o líder soviético Nikita Krushev bateu com o próprio sapato na mesa em que estava sentado — e não na tribuna, como se noticia às vezes — para se fazer ouvir, a ONU não presencia cena tão patética. Nesta quarta, Dilma submeteu o Brasil a um ridículo inédito.

Por Reinaldo Azevedo

Faixas de seguranças pelo mundo

01 – de peixe

02 – Caixinha de batatas do McDonald’s

03 – Teclas de piano

04 – Código de barras

05 – Pente

06 – Barras 3D

07 – Mais ilusão 3D

08 – Zíper

09 – Faixa exclusiva

10 – Esteira rolante

11 – Nos trilhos do trem

12 – Ilustração anamórfica do Snoopy

13 – Pezão

14 – Amarelinhas com diversas pegadas

15 – Pintada com corretivo líquido

16 – Sr. Limpeza

17 – Prisão

18 – Contando nos palitinhos (campanha de conscientização)

19 – Partitura musical

20 – Velas acesas

21 – Cercada com arame farpado

22 – Listras de zebras (campanha publicitária sul-africana para um safári)

23 – Novelo de lã

24 – Arco-íris

25 – Pescando com rede

ALERTA DE DORA KRAMER SOBRE ARNALDO JABOR



  Assunto:  Leia o  comentário de Dora Kramer, Estadão de Domingo:


  'A decisão do  TSE, sob a presidência de LEVANDOWISKI, determinou a
retirada do comentário  de Arnaldo Jabor do site da CBN, a pedido do
presidente Lula, feriu o preceito constitucional da liberdade de
imprensa.
'Não deixem de  ler e reler o
texto abaixo e passem adiante':

A VERDADE ESTÁ NA  CARA, MAS NÃO SE IMPÕE.
(ARNALDO JABOR)


O que foi que nos  aconteceu?
No Brasil, estamos diante de acontecimentos inexplicáveis,  ou  melhor,
'explicáveis' até demais.
Quase toda a verdade já foi  descoberta, quase todos os crimes
provados, quase todas as mentiras  percebidas.
Tudo já aconteceu e quase nada acontece. Parte dos culpados  estão
catalogados, fichados, processados e condenados e quase nada  rola.
A verdade está na cara, mas a verdade não se impõe, tais são  as
manobras de procrastinação, movidas por um sem número de agentes  da
quadrilha. Isto é uma situação inédita na História brasileira!!!!!!!
Nunca a verdade foi tão límpida à nossa frente e, no  entanto, tão
inútil, impotente e desfigurada!!!!!!!!
Os fatos reais  mostram que, com a eleição de Lula, uma quadrilha se
enfiou no governo, de  cabo a rabo da
máquina pública e desviou bilhões de dinheiro público para encher as

contas bancárias dos quadrilheiros e dominar o Estado  Brasileiro,
tendo em vista se perpetuarem no poder, pelo menos, por 70  anos,
como
fizeram os outros comunas, com extinta UNIÃO  SOVIÉTICA!!!!

Grande parte dos culpados, já são conhecidos, quase tudo  está

decifrado, os cheques assinados, as contas no estrangeiro, os  tapes,
as provas irrefutáveis, mas os governos psicopatas de Lula e  Dilma

negam e ignoram tudo!!!!!
Questionado ou flagrado, o psicopata  CHEFE, não se responsabiliza por
suas ações.

Sempre se acha inocente ou  vítima do mundo, do qual tem de se vingar.
O outro não existe para ele e  não sente nem remorso, nem vergonha do
que fez!!!!!
Mente,  compulsivamente, acreditando na própria mentira, para conseguir
o poder.  Estes governos são psicopatas!!! Seus membros riem da
verdade, viram-lhe as  costas, passam-lhe a mão nas nádegas. A verdade
se
encolhe, humilhada,  num canto. E o pior, é que a dupla Lula-Dilma,
amparada em sua imagem de  'povo', consegue transformar a Razão em
vilã, as provas, em acusações   'falsas', a condição de Cúmplices e
Comandantes, em 'vítimas'!!!!!
E a  população ignorante e alienada, engole tudo.. Como é possível  isso?
Simples: o Judiciário paralítico entoca a maioria dos crimes,  na
Fortaleza da lentidão e da impunidade, a exceção do STF, que, só  daqui
a seis meses, na melhor das hipóteses, serão concluídos os  julgamentos
iniciais da trupe, diz o STF.
Parte dos delitos são  esquecidos, empacotados, prescrevem, com a ajuda
sempre presente, dos  TÓFFOLIS e dos LEVANDOWISKIS.
 

(Some-se à estes dois: Barroso, Teori Zawaski e Rosa Weber.)                                                       
A Lei protege os crimes e regulamenta a  própria desmoralização.
Jornalistas e formadores de opinião sentem-se  inúteis, pois a
indignação ficou supérflua. O que dizemos não se escreve, o  que
escrevemos não se finca, tudo quebra diante do poder da
mentira  desses últimos dois governos.
Sei que este, é um artigo óbvio, repetitivo,  inútil, mas tinha de ser escrito...
Está havendo uma desmoralização do  pensamento.  Deprimo-me:
Denunciar para quê, se indignar com quê?  Fazer o quê?'
A existência dessa estirpe de mentirosos está dissolvendo a  nossa língua.
Este neocinismo está a desmoralizar as palavras, os  raciocínios.
A língua portuguesa, os textos nos jornais, nos blogs, na TV,  rádio,
tudo fica ridículo diante da ditadura do lulo-petismo.
A cada  negação do óbvio, a cada testemunha, muda, aumenta a sensação
de que as  idéias não correspondem mais aos fatos!!!!!
Pior: que os fatos não são nada  - só valem as versões, as manipulações.
Nos últimos anos, tivemos um grande  momento de verdade, louca,
operística, grotesca, mas maravilhosa, quando o  Roberto Jefferson
abriu a cortina do país e deixou-nos ver os intestinos de  nossa política.
Depois, surgiram dois grandes documentos históricos: o  relatório da
CPI dos Correios e a Denúncia do Procurador-geral da  república,
enquadrando os 39 quadrilheiros do escândalo do MENSALÃO. Faltou  o
CHEFÃO.

São verdades cristalinas, com sol a Pino.
E, no entanto,  chegam a ter um sabor quase de 'gafe'.
Lulo-Petistas clamam: 'Como é que o  Procurador Geral, nomeado pelo
Lula, tem o desplante de ser tão claro! Como  que o Osmar Serraglio
pode ser tão explícito e, como o Delcídio Amaral não  mentiu em nome do

PT ? Como pode ser tão fiel à letra da Constituição, o  infiel Joaquim
Barbosa ? Como ousaram ser tão honestos?'

Sempre que a  verdade eclode, reagem.
Quando um juiz condena rápido, é chamado de  exibicionista'. Quando
apareceu aquela grana toda, no Maranhão, a família  Sarney reagiu
ofendida com a falta de 'finesse' do governo de FH, que não  teve a

delicadeza de avisar que a polícia estava
chegando....

Mas  agora é diferente. As palavras estão sendo esvaziadas de sentido.
Assim  como o stalinismo
apagava fotos, reescrevia textos para contestar seus  crimes, o governo
de Lula, foi criando uma língua nova, uma neo-língua  empobrecedora da

ciência política. Uma língua esquemática, dualista,  maniqueísta, nos
preparando  para o futuro político simplista, que  está se consolidando
no horizonte.

Toda a complexidade rica do país será  transformada em uma massa de
palavras de ordem , de preconceitos  ideológicos movidos a dualismos e
oposições, como tendem a fazer o  Populismo e o Simplismo.



Não deixe de repassar é o mínimo que podemos
fazer diante de tanta corrupção e impunidade!

Volta ao mundo em 100 beijos

O fotógrafo argentino Ignacio Lehmann fez mais de 1,5 mil fotos para um projeto intitulado "A volta ao mundo em 100 beijos" (100 World Kisses, em seu nome original em inglês), no qual retrata demonstrações de afeto em diversos países do mundo.
As fotos foram tiradas na rua e retratam momentos que se repetem no dia a dia. "São muitíssimas horas na rua, observando situações que tenham o poder de transmitir um momento especial", explicou o fotógrafo à BBC.
A ideia surgiu em 2012, disse Lehman à BBC. 'Foi uma origem espontânea. Nunca imaginei que milhares de pessoas ao redor do mundo fossem seguir minhas fotos todos os dias no Facebook', conta. Este casal se beija diante das ruínas de Machu Picchu, no Peru.  (Foto: Ignacio Lehmann/BBC)
Este casal se beija diante das ruínas de Machu Picchu, no Peru. (Foto: Ignacio Lehmann/BBC)
As fotos foram tiradas em mais de 20 cidades em 12 países do mundo, desde Nova York, Londres e Paris, a Tóquio, Cartagena, Buenos Aires e Macchu Picchu. "Em paisagens urbanas e rurais, em locais onde o beijo em local público é celebrado, bem-vindo, desestimulado ou proibido", nota o fotógrafo.
Lehmann diz que cada cidade muda a foto - e não apenas por causa da diferença na paisagem, mas porque os ambientes "mudam as pessoas" e suas reações diante da proposta artística.
qui, dois casais se beijam na romântica capital italiana, Roma (Foto: Ignacio Lehmann/BBC)
Aqui, dois casais se beijam na romântica capital italiana, Roma (Foto: Ignacio Lehmann/BBC)
"Em uma época em que violência, caos e uma pletora de informações inundam as pessoas todos os dias, 100 World Kisses chama atenção para um senso de humanidade único, original e revitalizante, destacando a necessidade de reenfocarmos nossa atenção nos aspectos mais puros, básicos e essenciais da vida", afirma.
Esta foto foi tirada no rio Amazonas, no Peru (Foto: Ignacio Lehmann/BBC)
Esta foto foi tirada no rio Amazonas, no Peru (Foto: Ignacio Lehmann/BBC)
Beijo em uma rua de Oaxaca, México. Essas demonstrações de afeto não têm um efeito apenas sobre quem se beija, interpreta Lehmann, mas também sobre quem assiste (Foto: Ignacio Lehmann/BBC)
Beijo em uma rua de Oaxaca, México. Essas demonstrações de afeto não têm um efeito apenas sobre quem se beija, interpreta Lehmann, mas também sobre quem assiste (Foto: Ignacio Lehmann/BBC)
Este casal se beija em frente ao quadro Os Namorados da Torre Eiffel, de Marc Chagall, no Centro Pompidou, em Paris (Foto: Ignacio Lehmann/BBC)
Este casal se beija em frente ao quadro 'Os Namorados da Torre Eiffel', de Marc Chagall, no Centro Pompidou, em Paris (Foto: Ignacio Lehmann/BBC)
Um casal em Amsterdã, na Holanda. Na hora de beijar, todos, em maior ou menor medida, nos parecemos, diz o fotógrafo (Foto: Ignacio Lehmann/BBC)
Um casal em Amsterdã, na Holanda. 'Na hora de beijar, todos, em maior ou menor medida, nos parecemos', diz o fotógrafo (Foto: Ignacio Lehmann/BBC)
Esta foto noturna foi tirada em Cali, na Colômbia (Foto: Ignacio Lehmann/BBC)
Esta foto noturna foi tirada em Cali, na Colômbia (Foto: Ignacio Lehmann/BBC)
Sair fotografando beijos na rua, ao sabor das intempéries, é mais difícil do que parece, conta Lehmann. Aqui, um casal em Berlim (Foto: Ignacio Lehmann/BBC)
Sair fotografando beijos na rua, ao sabor das intempéries, é mais difícil do que parece, conta Lehmann. Aqui, um casal em Berlim (Foto: Ignacio Lehmann/BBC)

Argentino Ignacio Lehmann fez mais de 1,5 mil fotos para projeto que retrata demonstrações de afeto em diversos países do mundo.

BBC

O fotógrafo argentino Ignacio Lehmann fez mais de 1,5 mil fotos para um projeto intitulado 'A volta ao mundo em 100 beijos', no qual retrata demonstrações de afeto em diversos países do mundo. Este casal foi clicado em Tóquio, no Japão.  (Foto: Ignacio Lehmann/BBC)
O fotógrafo argentino Ignacio Lehmann fez mais de 1,5 mil fotos para um projeto intitulado 'A volta ao mundo em 100 beijos', no qual retrata demonstrações de afeto em diversos países do mundo. Este casal foi clicado em Tóquio, no Japão. (Foto: Ignacio Lehmann/BBC)

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