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domingo, 25 de agosto de 2013

Qual foi a coisa mais bizarra já encontrada em um cenário de TV?

O caso abaixo ocorreu em 1977 durante as gravações da série O Homem de Seis Milhões de Dólares.

A história que você vai conhecer agora tem alguns ingredientes macabros e bem bizarros. Antes de qualquer coisa, tente imaginar o que seria, para você, o item mais estranho a ser encontrado em um cenário de um programa de TV. Pensou? Não vamos sair muito da realidade e pensar em extraterrestres e afins, mas cadáveres estão permitidos.
Tudo começou com uma gravação do programa “O Homem de Seis Milhões de Dólares”, em 1977, durante a filmagem do episódio “Carnival of spies”, no museu-parque chamado Nu-Pike, na Califórnia. O problema mesmo foi quando um manequim laranja-fluorescente vestido com roupas de cowboy – e que estava pendurado em uma corda – precisaria ser removido.
Um dos braços do manequim, porém, quebrou quando tentaram erguê-lo e foi então que a equipe toda percebeu que o manequim era, na verdade, um cadáver – tratava-se do corpo de um homem chamado Elmer McCurdy, que tinha morrido em 1911. Na boca do morto havia dois itens: uma moeda de um centavo de 1924 e um ingresso para o Museu do Crime, em Los Angeles.

Encontro

Fonte da imagem: Reprodução/Collider
O morto, soube-se depois, foi um criminoso cuja maior ambição era acumular dinheiro. McCurdy costumava comemorar o fato de ter sido preso apenas uma vez – e por estar embriagado em uma ocasião na qual matou um homem durante uma briga. Após o quase flagrante e talvez por receio de ser preso por assassinato, McCurdy dedicou-se “apenas” a alguns tipos de furtos. Num desses episódios de bandidagem, ele invadiu um trem, em 1911, acreditando que se tratava do transporte de dinheiro, mas, na verdade, era um trem com passageiros e McCurdy “lucrou” apenas US$ 46 e duas garrafas de uísque.
Nosso ladrão de araque foi morto durante um tiroteio com a polícia logo depois do ocorrido no trem, e seu corpo foi encaminhado para Oklahoma, mas ninguém procurou por ele. Não se sabe ao certo quem teve a ideia de ganhar dinheiro com o corpo de um bandido, mas, basicamente, isso é o que aconteceu, já que McCurdy foi embalsamado e apresentado como a atração “o bandido que não desistiria nunca” durante uma exposição, mostrando-se um negócio lucrativo.

Exposição

Fonte da imagem: Reprodução/Flickr
O problema foi que mais tarde um homem se apresentou como irmão do cadáver embalsamado, exigindo o corpo para que pudesse promover um funeral decente. O suposto irmão também fazia alguns shows e, logicamente, começou a exibir o corpo do ladrão morto. E assim, a versão embalsamada de McCurdy foi passando de exposição a exposição até chegar ao Museu Nu Pike, onde foi armazenado e esquecido até o dia da gravação do programa de TV, em 1977.
Ainda não se sabe ao certo como as moedas foram parar na boca de McCurdy, mas acredita-se que essa poderia ser uma forma de pagamento para ver o corpo ou, ainda, um ritual de sorte, como o feito até hoje por pessoas que atiram moedinhas em fontes. Alguém deve ter visto o cadáver no Museu do Crime e colocou o ingresso na boca do McCurdy – o que foi fundamental para a investigação do caso.
Assim que a história foi resolvida, McCurdy foi enterrado em um cemitério de Oklahoma. Lá, finalmente descansa o homem que fez muito mais dinheiro morto do que em vida.
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