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quarta-feira, 31 de julho de 2013

FOTO: Allianz Arena divulga ofensa a jogador do São Paulo na placa de publicidade

Os jogos da competição estão sendo disputados na Alllianz Arena. O estádio do Bayern de Munique conta com o serviço de interação onde mensagens enviadas com a hashtag #HelloAudiCup são divulgadas na placa eletrônica de publicidade.
Um torcedor identificado como @darkFabuloso enviou uma mensagem ofendendo o lateral são-paulino Douglas. Sem entender o idioma português, o responsável por selecionar a mensagem divulgou a ofensa.
Veja a imagem:

São Paulo antiga

Tropas legalistas chegam à região central e ocupam a Várzea do Carmo em 1924. Ao fundo, o Palácio das Indústrias. Pouco explorada e divulgada, a Revolução de 1924 foi o maior combate armado que já ocorreu na capital paulista. Os danos, as mortes e a destruição causadas pelo combate deixaram a cidade repleta de ruínas.
Uma imagem do que a Cidade de São Paulo perdeu: esta fotografia de 1926 mostra o fabuloso teatro do Palacete Santa Helena, na Praça da Sé, um dos grandes marcos arquitetônicos da capital e que foi demolida por completo em 23 de outubro de 1971, após 117 dias de marretadas. Fonte: L'Illustrazione Italiana N.29 - 18/07/1926
Vista aérea da região central da Cidade de São Paulo em 1939. Ao centro, o Ed. Martinelli e, mais abaixo, o Mosteiro de São Bento.
A Nova York da América do Sul, é o que dizia o postal de Guilherme Gaensly, ao mostrar a construção do fabuloso Prédio Martinelli, o primeiro arranha-céu do Brasil.
1960 - Pedestres e veículos disputam o concorrido espaço da Rua Conselheiro Crispiniano. Anos depois, a rua deixaria de receber automóveis e seria transformada em um calçadão. Crédito: Marvine Howe / Associated Press
Ford estacionado na Praça da Sé em 1938. No fundo, destaque para o Edifício Rolim. Crédito: Benedito J. Duarte

Quem não conhece a famosa manteiga distribuida em lata, da Aviação? Fundada em 1920, é uma das marcas mais conhecidas do país. Na fotografia, a frota de veículos de distribuição da Manteiga Aviação em 1946.

CERIMONIAL MILITAR



Um fuzileiro naval, todo embecado, em uniforme de gala,  chega a uma
farmácia e pede à atendente uma camisinha preta . Ela admirada diz:
- Camisinha preta??? Nós não temos camisinha na cor preta. Aliás, o
senhor me desculpe a curiosidade, mas para que o senhor quer uma
camisinha preta?
- É que a minha sogra morreu, diz o Naval, e eu quero transar com
minha mulher, mas quero demonstrar , pelo menos, algum sinal de luto.
- Puxa vida, exclama a moça, nunca havia pensado nisso. Mas o senhor
faz o seguinte, use uma comum a meio pau que é a mesma coisa!

Comidas fake: veja cinco alimentos que não são o que parecem

Os rótulos enganam, os processos de manufatura alimentícia não parecem ser tão confiáveis quanto nós gostaríamos que fossem e vez ou outra um escândalo acaba mostrando isso pra gente: lembra dos mais de 12 países europeus atingidos pelo escândalo envolvendo venda de carne de cavalo no lugar de carne de vaca no início desse ano? A carne de cavalo no lugar da de boi e vaca, aliás, nem é exclusividade europeia: no início do mês, em Pernambuco, a polícia apreendeu 500 quilos de carne de cavalo que estavam sendo usados para fazer cachorro-quente.
Nos EUA, a ONG U.S. Pharmacopeial Convention informou, em janeiro deste ano, que entre os alimentos mais camuflados nos EUA estão o azeite, que é vendido misturado com óleos mais baratos, o chá, que é diluído com outras ervas - até grama! - e temperos como páprica e açafrão, que são adulterados com corantes de alimentos que imitam as cores desses condimentos.
Ninguém está à salvo: a realidade é que só dá pra ter certeza do que se está comendo se é você o responsável pela cadeia de produção da sua comida. E como isso é algo muito raro nesses tempos, vale lembrar os cinco alimentos que você achou que estivesse comendo mas, na verdade, não passam de pura engenharia alimentícia.

Editora Globo
Chocolate que não é chocolate As leis brasileiras são claras em relação ao que é um chocolate: para ser classificado como tal, um produto precisa ter pelo menos 25% de cacau. Acontece que, de acordo com umaentrevista do presidente da Associação de Turismo de Ilhéus (BA) para o portal UOL na última semana, um em cada três chocolates no Brasil não concentra essa quantidade de cacau e, portanto, não pode ser considerado chocolate. Na reportagem, Lessa estima que praticamente 35% dos chocolates comuns nas prateleiras, produzidos pelas grandes empresas alimentícias, são doces tipo chocolate. Segundo com ele, muitos afirmam ter alta porcentagem de cacau, mas estariam enganando o consumidor, já que não haveria fiscalização que comprovasse esse tipo de informação do rótulo - e informar esse número, aliás, nem é obrigatório por lei. Em vez de cacau, esses doces contém altas quantidades de açúcar e gordura.
Editora Globo
Pão e biscoito integral que não são, digamos, integralmente integrais
Alimentos integrais são grãos que não passam por um processo de refinamento. Com as fibras preservadas, eles ajudam a limpar o organismo: mantém os níveis de colesterol baixos e controlam os picos de insulina no sangue, aumentando a saciedade e facilitando o emagrecimento. Só que comprar pães e biscoitos integrais não é tão fácil quanto parece. É que a Anvisa não estabelece nenhuma regra para a fabricação desses produtos, como por exemplo uma porcentagem mínima de farinha integral na composição para que ela possa ser chamado assim. Comece a ler as embalagens com bastante atenção e você vai reparar que a maioria desses alimentos nas prateleiras também inclui farinha refinada na composição. Ou seja: na maioria das vezes, pão integral não é 100% integral. E em alguns casos, a porcentagem de farinha integral pode chegar a apenas 30%. Para ter certeza que não está levando gato por lebre, lembre-se dessa dica: o pão realmente integral tem de 3 a 5 gramas de fibras a cada 50 gramas de pão. Fique de olho na tabela nutricional.
Editora Globo
Cereja que é feita de chuchu
O chuchu é o vegetal mais sem personalidade que existe. E a cereja é cara no mundo tropical. Por isso, confeiteiros e culinaristas muitas vezes recorrem a um truque culinário que transforma o chuchu em cerejas em calda. Elas são usadas em bolos e tortas, e você provavelmente já comeu muito chuchu por cereja nessa vida. Claro que cerejas frescas, daquelas que a gente só come no Natal (e que são importadas) não fazem parte da farsa alimentícia. Mas aquela cerejinha que enfeita a fatia de bolo da padaria da esquina por cima do marshmallow provavelmente é uma farsante.
Editora Globo

Carne de siri que é feita de todo o resto que há no mar, menos siri
Ele é a estrela do restaurante japonês: o kani é o coringa dos sushis mais sem-graça da bandeja. É usado também em saladas orientais e até como snack. O kani, como se sabe, é feito de carne de siri processada. Só que não. Carne de siri de verdade é cara - e o kani que conhecemos certamente não seria tão abundante assim se esse não fosse o caso. A principal matéria prima do kani é o surimi, uma massa feita de carnes de diferentes tipos de pescados e misturada com coisas como amido de trigo, clara de ovo, açúcar, extrato de algas, extratos aromatizantes de caranguejo e lagostas, sal, vinho de arroz e até glutamato monossódico, uma substância difícil de ser metabolizada pelo corpo e que pode até causar câncer. O pigmento rosa? É Colchonilla, um corante alimentício avermelhado que é obtido esmagando-se um inseto vermelho de mesmo nome.
Editora Globo
Manteiga na pipoca do cinema que é, na verdade, óleo de soja e aromatizante artificial
Não tem nada mais aconchegante do que o cheirinho de pipoca amanteigada ao entrar no hall do cinema. Aquele cheiro antecipa todo o lazer e conforto o que você espera das duas horas que vai passar aninhado naquela poltrona. Pena que esse aroma tão emblemático é uma farsa. Para você ter uma ideia, em 2011, redes de cinema norte-americanas se recusaram a informar exatamente o que eles colocam em suas pipocas. Manteiga é cara e existem alternativas mais baratas e que não deixam a pipoca tão murcha: as pipocas de cinema costumam ser banhadas com óleo de soja com sabor artificial de manteiga, além de um pouco de beta caroteno pra ajudar na cor.

Aperto de mãos

Aperto de mãos



Barbosa cumprimenta o papa


Joaquim Barbosa sentiu-se na obrigação de explicar em detalhes o curto-circuito que explodiu  nas redes sociais desde que, na cerimônia de recepção ao papa anteontem, ele teria agido de modo deselegante com Dilma Rousseff, ao não estender a mão à presidente pouco antes de cumprimentar Francisco.
Sua assessoria preparou uma nota oficial em que dá sua versão do que ocorreu. Eis alguns trechos:
*”Com base em imagens de TV captadas a partir de determinado ângulo, foram criadas versões sobre o comportamento do ministro que não encontram amparo na realidade. O ministro repudia a interpretação de que teria sido deselegante com a presidente e ratifica seu respeito pelos poderes constituídos.”
*(…)foi feito o convite para que o Presidente do STF comparecesse à cerimônia de recepção ao papa Francisco, convite que foi prontamente aceito. No dia da cerimônia, logo ao chegar ao Palácio da Guanabara, o ministro Joaquim Barbosa depois de cumprimentar outras autoridades presentes, foi convidado a dirigir-se à sala privativa onde se encontrava a presidente (…)
*Por ocasião dos cumprimentos, o ministro apertou respeitosamente a mão do Santo Padre, e trocou discreto sorriso com a presidente. Isso porque avaliou não ser necessário novo cumprimento protocolar, uma vez que isso já havia ocorrido por ocasião de sua chegada ao Palácio.”
Por Lauro Jardim

São Paulo antiga

Trânsito carregado é algo recente em São Paulo? Congestionamento caótico no Vale do Anhangabaú em 1969/1970, mostra que o problema do trânsito na capital paulista é crônico e antigo. Fotografia tirada de cima do Viaduto Santa Ifigênia.
A famosa "porteira do Brás" que por décadas foi conhecida por atrasar o progresso do bairro e da Avenida Rangel Pestana, foi substituída por um viaduto. Fotografia de Ivo Justino - 1950
 
O outro sentido da Avenida Rangel Pestana (centro-bairro) onde está a porteira do Brás, em um momento em que está aberta para o tráfego de veículos e pedestres. Ao fundo a Estação Roosevelt (atual Brás), 1950 - Crédito: Ivo Justino
Estação do Norte (depois renomeada para Roosevelt e atualmente Estação Brás) na década de 30. Foto: Sebastião de Assis Ferreira
Rua Augusta sempre agitada! Movimentação de pessoas e veículos na rua Augusta nos primeiros anos da década de 70.
Avenida Paulista em 1976. Detalhe para as obras de construção dos futuros edifícios do Banco Real e do Banco de Tokyo S/A.

Trincheira de paralelepípedos em rua paulistana durante os intensos combates da Revolução de 1924.
domingo, 28 de julho de 2013

Organização é isso



Peregrinos dormem em posto de gasolina próximo a praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. 

O grupo iria dormir em Guaratiba, mas o espaço alagou mesmo depois de obras de impermeabilização e fez a organização do evento transferir a programação para a zona sul. Dessa forma, milhares de peregrinos tiveram que permanecer nas ruas em acampamentos improvisados. 

"É a unica opção que há. Guaratiba não seria muito diferente" diz Dario Riconcon, que veio com mais 46 pessoas pessoas de sua igreja em Houston, EUA, para o encontro.
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